sábado, 16 de maio de 2009

O guarda de um cemitério, ao fazer a sua ronda, depara com a triste cena de um homem, debruçado sobre um jazigo, soluçando profundamente e socando a lápide com os punhos. 
— Por que você tinha de morrer? Por quê? — ele chora, inconsolável. 
— A perda de um ente querido é terrível — diz o guarda, numa tentativa de consolá-lo. — Um dia a dor passará. 
— Ente querido? — rebate o homem, que se desmancha em prantos, com uma expressão um tanto surpresa. — Pois eu nem conhecia o cara!!! 
— Então por que tanto choro? 
— É que ele foi o primeiro marido de minha mulher! 

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